Quintemporâneas com Solana Allstars (21h30) e Strobo (23h30)

quinta | 25_05 21h30


groove

dancante

Quintemporâneas - série que apresenta novos projetos e sonoridades da música instrumental e da canção traz, às 21h30, Solana Allstars com todo seu jazz groove, boogaloos e balanços do selo Blue Note dos anos 60 e 70 e, em seguida, às 23h30, pela primeira vez nos palcos do CCMI, o Strobo - duo paraense que utiliza recursos tecnológicos para misturar timbres sintéticos e acústicos e dar uma roupagem pop à música instrumental. 



21h30 | Solana Allstars | Sala do Autor


Solana Allstars volta ao palco do JazznosFundos com seu jazz groove, boogaloos e balanços do selo Blue Note dos anos 60 e 70 em temas de Horace Silver, Lou Donaldson, Lee Morgan, Dizzy Gillespie, entre outros.


O novo projeto criado pelo músico e produtor BiD, responsável também por grupos como Funk Como Le Gusta e pelos Bambas & Biritas I e II, traz muito som, numa roupagem própria com uma super formação de septeto que reúne grandes músicos da cena paulistana, garante um show instrumental incrível.


Com BiD (guitarra), Rubinho Antunes (trompete), Fernando Bastos (sax tenor), Rocco Bid (bateria), Mau Biazzi (baixo acústico), Marcelo Maita (teclados) e Pedro Bandera (percussão).



23h30 | Strobo | Sala JazzNosFundos


Formado por Léo Chermont (guitarra e efeitos) e Arthur Kunz (bateria e programações), Strobo é um duo de música instrumental que faz experimentações eletrônicas, celebrando o encontro da música amazônica com a música universal. Com sonoridade que passa por vários gêneros como Surf Music, Hard Rock, Guitarrada, House, Rock Eletrônico, as guitarras de Léo Chermont que serpenteiam, ao mesmo tempo que, reforçam as levadas precisas dos ritmos consolidados por Arthur Kunz.


Com quatro discos lançados, “Strobo” de 2011, “Delírio Cromático” de 2012, “Mamãe quero ser pop” de 2014 e “Strobo 4” de 2016, o duo vem se apresentando no Instrumental SESC, na Virada Cultural de São Paulo, no Conexão Rio (Circo Voador), SIM São Paulo, Conexão BH 2014, Mimo 2015, Dia da Música Rio de Janeiro, Mostra Prata da Casa SESC Pompeia, entre outros. Foi finalista do Primeiro Movimento Hotspot e indicada como banda revelação do 20° Prêmio Multishow.


Seu último disco “Strobo 4” foi gravado no Red Bull Estúdios em São Paulo, co-produzido por Marina Lima, com participações da cantora e do Lucas Santtana. No final do ano o Strobo foi selecionado pela segunda vez pelo Edital Natura Musical Pará. 


Ingresso antecipado: R$25

Ingresso na porta: 35

Próximos Shows:

sexta | 26_05 22h

Deep Miles - aniversário de Miles Davis com dois shows tributos

Trompetista, compositor, band leader, Miles Davis (26 de maio de 1926 – 28 de setembro de 1991) foi fundamental na história do jazz. Transitou por várias fases do gênero - Bebop, Cool Jazz, Hard Bop, a chamada “Liberdade controlada”, o electric jazz, hip hop jazz - sempre sinalizando caminhos e evoluindo esta música. Tornou-se um ícone mundial em vida, um reconhecimento pouco comum para um instrumentista negro naquele momento. Diz-se que, em certo período, foi o mais bem pago músico de jazz. Por vezes controverso, polêmico, sempre genial, foi um representante importante da luta dos negros contra o racismo. 

A música de Miles tinha uma profundidade, uma intimidade muito original para trompetistas. O uso da surdina, o ataque impreciso, o jazz modal, o uso do silêncio - elementos que traziam à sua performance uma aura de mistério, sofisticação e proximidade. 

Nesta noite de celebração - Deep Miles - é um breve mergulho na obra deste grande nome do jazz com tributos prestados por dois exímios trompestistas brasileiros - Daniel D’Alcântara cobrindo sua obra da década de 60 e Maycon Mesquita, a de 80. 


22h | The 60's por Daniel D'Alcantara Quinteto | Sala do Autor


Daniel D’Alcântara presta sua homenagem com temas de Miles compostos com o que hoje conhecemos como seu segundo grande quinteto, trazendo temas inesquecíveis como ESP, Agitation, Footprints, The Sorcerer. Milestones.


“Neste tributo ao gênio e importante divisor de águas no universo artistico, Miles Davis, pretendo mostrar um pouco do periodo (na minha opinião) no qual Miles foi mais criativo e inovador (anos 60) onde o espaço e liberdade para a criação individual e coletiva estava exalando pelos poros destes geniais integrantes do Quinteto (Herbie Hancock, Wayne Shorter, Tony Williams e Rom Carter). Tudo que foi feito neste período influencia até hoje o que é feito na atualidade”, Daniel D’Alcântara.


24h | The 70's & 80's por Maycon Mesquita Quinteto | Sala JazzNosFundos


Maycon Mesquita, ao lado de Wilson Teixeira, Gustavo Bugni, Sidiel Vieira e Jonatas Sansão presta sua homenagem à fase dos anos 70 e 80 de Miles Davis. |Neste tributo ao grande trompetista Miles Davis, que em minha opinião é um dos maiores nomes da música instrumental, tocaremos músicas com o conceito dos anos 70 e 80 onde Miles, além da improvisação livre, explorou uma linguagem mais voltada para a música eletrônica e POP".


Com Maycon Mesquita (trompete), Wilson Teixeira (saxofone), Gustavo Bugni (teclados), Sidiel Vieira (baixo) e Jonatas Sansão (bateria).



Entrada: R$35 (Lote 1 - esgotado) / R$ 45 (Lote 2)

sábado | 27_05 22h

Banda urbana (22h) e Ari Borger Trio (24h)

22h | Banda Urbana | Sala do Autor


A Banda Urbana é uma big band formada por treze importantes instrumentistas do cenário musical paulistano. Fundada em 2006 pelos trompetistas João Lenhari e Rubinho Antunes, tem como influências as grandes big bands brasileiras e americanas, tais como a Banda Savana, Banda Mantiqueira, Thad Jones e Mel Lewis Orchestra e Maria Schneider Jazz Orchestra.


Com execução refinada, a Banda Urbana privilegia a sofisticação dos arranjos sem perder a música instrumental brasileira. No repertório, além de composições de consagrados compositores brasileiros, como Chico Buarque, Gilberto Gil, Guinga, Djavan, Johnny Alf e Luis Bonfá, o grupo apresenta composições de seus integrantes. A formação da banda conta com João Lenhari, Mauro Boim e Rubinho Antunes nos trompetes, Sil Gianneti, Jorginho Neto e Jaziel Gomes nos trombones, Roversi e Zafe Costa nos saxofones, João Paulo Gonçalves na guitarra, D’Elia na bateria.


Já se apresentou na 3ª e 4ª Mostra Brasil Instrumental de Tatuí, em diversas unidades do SESC São Paulo, no I°Jazz Trumpet Festival Brasil; no Festival Savassi Jazz de Belo Horizonte; no Festival Caxambu Mais Jazz; no Festimm 2014 – Festival de Inverno de Moji Mirim; dentre outros. A Banda Urbana fez ainda uma turnê nos Estados Unidos, incluindo a cidade de New York e diversas cidades do estado de New Jersey, com apresentações em high schools, consagrados jazz clubs e a Rutgers (New Jersey). Atualmente, está em fase de finalização o segundo CD da Banda Urbana integralmente autoral.


Com João Lenhari, Mauro Boim e Rubinho Antunes (trompetes), Sil Gianneti, Jorginho Neto e Jaziel Gomes (trombones), Roversi e Zafe Costa (saxofones), João Paulo Gonçalves (guitarra) e Pepe D’Elia (bateria).



24h | Ari Borger Trio | Sala JazzNosFundos


Ari Borger é pianista, organista e aficcionado por dois instrumentos muito especiais: o órgão Hammond B3 e o piano Rhodes. Um dos principais pianista de blues do Brasil, Ari celebra 20 anos de carreira, com cinco discos lançados e elogios entusiasmados da crítica nacional e internacional. Abriu shows para lendas vivas como B.B.King, se apresentou nas maiores casas de New Orleans, tocou com mestres como Johnnie Johnson e Pinetop Perkins e recentemente no Cincy Blues Fest – maior festival de Piano Blues e Boogie Woogie dos USA.

Na apresentação, o trio mostra temas instrumentais num mergulho na obra de mestres da Blue Note Records, lendas do Blues e Boogie Woogie e temas autorais são apresentados através de uma sonoridade impecável, dosando feeling e virtuosismo. Os músicos que o acompanham formam uma verdadeira seleção nacional do Jazz e Blues – Marcos Klis, baixo acústico e Humberto Zigler, bateria, mostram um entrosamento incrível. Releituras instrumentais passeiam por clássicos de Ramsey Lewis, Professor Longhair, Ray Charles, Herbie Hancock, Pete Johnson e Oscar Peterson entre outro, levando o espectador a uma verdadeira viagem musical.


Com Ari Borger (piano Rhodes), Marcos Klis (baixo elétrico) e Humberto Zigler (bateria).


Entrada: R$30

quarta | 31_05 21h

Folk Rock Night com Adam Evald (21h) e STIFFs (22h30)

Noite do Centro Cultural da Música Instrumental que mergulha no universo da cena contemporânea do folk, rock e indie, em sessões com dois shows.


21h | Adam Evald (Suécia) | Sala do Autor

De passagem pelo Brasil, cantor e compositor sueco, Adam Evald se apresenta no Centro Cultural da Música Instrumental. Com honestidade e sensibilidade, Adam escreve melodiosas canções dentro do universo do que ele chama de "pop camerístico", algo entre a música pop e o folk, com um toque de música clássica idiossincrática. Melodias cristalinas, entrelaçadas por letras que abordam o existencialismo, a natureza e a poesia, criando camadas de sentidos e emoções.

O músico lançou seu primeiro álbum em 2015, Love Knuckles Peace Dove, e atualmente vem trabalhando o repertório do seu próximo disco, White Night Black Out, programado para ser lançado até o final de 2017. Adam Evald tem se apresentando em várias partes do mundo, como Brasil, Rússia, Japão, Albânia, China, Grécia, Índia e México.


22h30 | STIFFs | Sala JazzNosFundos

Formado em 2017 por Daniel Daibem (guitarra e voz), Bob (contrabaixo e voz) e Rodrigo Tucano (bateria e voz), o trio paulistano explora o universo da "malcriação" do rock em uma atmosfera do rhythm 'n' blues, utilizando instrumentos da época e o rigor da música feita no início dos anos 60."

Entre as canções, rock, executadas na linguagem do Soul e do Rhythm 'n' Blues, como: AC/DC, Rolling Stones, MC5, Black Sabbath, Al Green, Alice Cooper e outros nomes.

Com Daniel Daibem (guitarra e voz), Bob (contrabaixo e voz) e Rodrigo Tucano (bateria e voz).



Entrada: R$15

Lista de Desconto: com nome na lista os primeiros 15 clientes a chegarem ganham uma cerveja long neck!

quinta | 01_06 21h30

BaobÁ Stereo Club (21h30) e Gestos Sonoros (23h30)

21h30 | Baobá Stereo Club | Sala do Autor


O Baoba Stereo Club é um trio de música instrumental formado por Henrique Diaz (guitarra), Bruno Gold (piano) e Maurício Takara (bateria).


O som do Baoba surge do universo de interesses artísticos dos músicos e transita livremente por estilos como jazz, rock, erudito, trilhas sonoras, minimalismo, improvisação, experimental e batidas africanas.


Baseada em SP, a banda já se apresentou em diversas casas de shows, teatros e festivais pelo Brasil e Europa, tendo passado por SP, RJ, MG, PE, SC, Inglaterra, Portugal, Espanha, Croácia, Polônia, Eslovenia, Escócia e País de Gales. Recentemente o trio participou do Nublu Jazz Festival SP 2016, organizado pela conceituada casa de jazz de NY.


Com 4 discos lançados e uma década de existência, a banda recentemente tornou-se um trio com a partida do ex baterista Paulo (Snoopy) Soares e está trabalhando no lançamento de seu novo compacto 7' realizado em uma parceria entre os selos Desmonta Records (Brasil) e A Traineira (Portugal). 



23h30 | Gestos Sonoros | Sala JazzNosFundos


O grupo Gestos Sonoros é um octeto de música instrumental improvisada com regência. É formado por regência / vibrafone, 2 sopros, guitarra, baixo, bateria e 2 percussões. O criador do grupo, Bruno Duarte (vibrafone e regência), conduz uma música orgânica, viva e espontânea, baseada em estudos de ritmos e elementos da música brasileira e do mundo.


Os músicos ensaiam, criam e aprimoram esta linguagem de sinais, que incorpora diferentes técnicas, como Soundpainting, Live Composing, Libras e Improvisação Livre. O show é sempre um momento de criação coletiva, em que a música é construída a partir dos gestos do regente. O público também é convidado a participar com palmas e vozes.


Com Bruno Duarte (regência, vibrafone e percussão), Angelo Ursini (clarinete, sax tenor e flautas), Remi Chatain (sax barítono, soprano e flautas), Ricardo Barros (guitarra, violão 7 cordas e kalimbas), Matias Nuñez (baixo elétrico), Marcus Simon (bateria e percussão), Pedro Michelucci (bateria e percussão) e Manoel Trindade (percussão).



Entrada: R$25

Lista de Desconto: com nome na lista os primeiros 15 clientes a chegarem ganham uma cerveja long neck!

sexta | 02_06 22h

Natasha Llerena (22h) e Antologia Nicolas Krassik – 15 Anos de Brasil (24h)

Noite especial com clima de música do mundo, passando por ritmos brasileiros, africanos e hispânicos. No primeiro show, destaque da nova cena musical brasileira, a cantora carioca, Natasha Llerena, apresenta-se pela primeira vez em São Paulo trazendo temas do seu disco “Canto sem pressa” - considerado o melhor disco de música brasileira do site Embrulhador. Em seguida, o lançamento do novo trabalho do violonista francês, Nicolas Krassik, que celebra 15 anos no Brasil e traz um panorama especial destes anos em que se tornou uma das maiores referência em violino na música popular brasileira. Espetáculo vigoroso e dançante, que passa pelo choro, pelo samba, pelo forró e pela MPB.


22h | Natasha Llerena | Sala do autor

A jovem cantora e compositora, Natasha Llerena, apresenta seu trabalho autoral do disco Canto Sem Pressa, que traz repertório com ousadas combinações e ressignificações dos ritmos tradicionais da música popular brasileira (como o samba, o forró, baião, o maracatu) transversalmente marcados por influências da música africana, hispânica e latina. 

Cantora, compositora e bailarina, Natasha dedica-se à criação de uma sonoridade própria, que vem sendo desenvolvida em parceria com o produtor musical Eduardo Andrade. Juntos, têm investido em um projeto musical sensível, que resulta na produção do primeiro disco da cantora. Cantar sobre a passagem do tempo, a maturidade e as transformações da vida imprimindo uma identidade própria ao trabalho foi o desejo que moveu a cantora e compositora a desenvolver o seu trabalho solo. 

Do início da carreira profissional, na Banda Novíssimos, até a realização do primeiro solo, Natasha tem chamado atenção de grandes nomes da música, como o violoncelista Jaques Morelenbaum, que faz participação em três faixas do álbum; Bebel Gilberto - que inspirou a faixa "Pra Bebel" e Roberto Frejat, um dos apoiadores da campanha de crowdfunding da artista. 


24h | Antologia Nicolas Krassik – 15 Anos de Brasil | Sala JazznosFundos

Há 15 anos, o Brasil recebia um novo instrumentista que, em pouco tempo, entraria para a coleção dos grandes nomes da música nacional. Mas, diferente da maioria, ele não nasceu em terras tupiniquins, veio do outro lado do oceano na intenção de pesquisar e conhecer a fundo a música brasileira. Foi amor ao primeiro acorde. Nicolas Krassik incorporou o que há de melhor na nossa tradição musical, com cinco discos produzidos, hoje celebra o país que escolheu para viver e lança a compilação “Antologia Nicolas Krassik – 15 anos de Brasil”. O trabalho é uma síntese da brasilidade criativa e marcante desse francês. 
 
Nicolas traz nas mãos e na cabeça uma mescla de diversas memórias musicais. Nascido na periferia de Paris, estudou música erudita e jazz. Ainda na França, passou a frequentar espaços com festas brasileiras e a se interessar pela nossa música. Essa pulsação mais forte tornou-se paixão e no final do ano de 2001, pousou no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro, palco tradicional de grandes músicos. Em pouco tempo, conseguiu captar o nosso peculiar ritmo, dominar e incorporar aquilo que aprendeu na sua formação tradicional. Ao longo desses 15 anos, assegurou o seu lugar no cenário musical brasileiro, firmando a carreira solo ou se destacando junto a artistas de peso.
 
O abraço musical e o estudo contínuo o levou a fazer cinco discos bem variados. O primeiro, “Na Lapa”, traz um registro dos seus primeiros três anos no país e foi lançado em 2004 pela gravadora Rob Digital. Dois anos depois, veio “Caçuá” em que Nicolas apresenta o seu primeiro trabalho de banda, com arranjos e releituras pessoais sobre clássicos do choro, do samba e do forró, além das suas primeiras composições. Em 2008, lançou o “Cordestinos”, CD/projeto que se dedica à música nordestina, em que há um encontro de violino, rabeca, contrabaixo e percussões. No quarto disco, “Odilê, Odilá”, ele interpreta músicas de João Bosco. E no seu quinto álbum, “Nordeste de Paris”, o segundo com o projeto Cordestinos, o violinista revisita o cancioneiro regional brasileiro adicionando elementos elétricos e flertando com as bases do rock. Diferente do primeiro Cordestinos, este tem o repertório quase todo autoral. 
 
O novo álbum “Antologia Nicolas Krassik- 15 Anos de Brasil” é uma celebração de todo esse tempo. Músicas escolhidas a dedo - é possível perceber o seu envolvimento com a nossa música, o seu laço apertado de identificação, pois não é uma questão de adaptação do instrumento tradicionalmente erudito à música popular, mas realmente de incorporação. Traz João Bosco, Chico Buarque, Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Gilberto Gil, e tantos outros que compõem o cenário sonoro brasileiro com cores vívidas.
 
Com Nicolas Krassik (violonista),  Glauber Seixas (violão de 7 cordas) e Carlos César (percussão). 



Entrada: R$30

sábado | 03_06 22h

Sizão Machado Quinteto (22h) e Alexandre Mihanovich Quarteto (24h)

Dois grandes nomes do jazz e da música instrumental neste sábado. Às 22h, a lenda do contrabaixo, Sizão Machado - desta vez em formação de quinteto -, apresenta seu mais recente disco, dedicado à obra de Moacir Santos. Em seguida, à meia-noite, show do quarteto do Alexandre Mihanovich, considerado um dos melhores guitarristas de jazz do país.


22h | Sizão Machado Quinteto | Sala do Autor


Criador de uma linguagem musical única, que vai muito além do universo de seu instrumento, o contrabaixista Sizão Machado é reconhecido nacional e internacionalmente por suas atuações ao lado de grandes músicos como Chet Baker, Herbie Mann, Elis Regina, César Camargo Mariano, Jim Hall, Chico Buarque, Dori Caymmi, Djavan, Milton Nascimento, Ivan Lins, Joyce, Guilherme Vergueiro, Flora Purim e Airto Moreira, Roberto Menescal, Noite Ilustrada, Jean & Paulo Garfunkel, Família Jobim, Paulo Paul Winter e Hendrick Merkins e muitos outros. 


Nesse show Sizão apresentará o repertório de seu novo trabalho, o álbum ‘Bênção’, um tributo ao Maestro Moacir Santos. As composições são de sua autoria e também de instrumentistas como Nailor Proveta, Maurício Carrilho, Paulo Flores e Nenê. Todas concebidas em homenagem ou sob forte influência da obra do Maestro. Sizão experimentou uma formação inédita: os contrabaixos acústico e elétrico tocados por Sizão unem-se aos saxofones e à flauta de Josué dos Santos, ao trombone de Joabe Reis e à bateria de Carlos Ezequiel. Neste show, no entanto, vem com formação de quinteto composto por mais um saxofone. 


Com Sizão Machado (contrabaixo), Carlos Ezequiel (bateria), Paulo Malheiros (trombone), Josué dos Santos (saxofone) e Vitor Alcantara (saxofone).


24h I Alexandre Mihanovich Quarteto I Sala JazzNosFundos


Alexandre Mihanovich é considerado por muitos um dos melhores guitarristas de jazz da cidade. Além de instrumentista é produtor, compositor e arranjador de extrema sofisticação. Nesta noite vem com seu quarteto formado ainda por Thiago Alves (baixo), Wilson Teixeira (saxofone) e Jônatas Sansão (bateria).


Já trabalhou para a orquestra Jazz Sinfônica, para a Banda Sinfônica, para a OSESP e para a L´Orquestra Polifonica Siciliana, além da SoundScape Big Band e outras formações instrumentais na cidade.


O talento de Alexandre faz a guitarra soar de forma autêntica e espontânea, sem deixar de lado a referência ao legado de Wes Montgomery e de outras lendas da guitarra.


Com Alexandre Mihanovich (guitarra), Wilson Teixeira (saxofone), Thiago Alves (baixo) e Jônatas Sansão (bateria).



Entrada: R$30