Marmalade com Zéli Silva, Vitor Alcantara, Dino Barioni e Giba Favery

terça | 19_09 21h30


brasileira

alegre

O JazzNosFundos apresenta a festa Marmalade, um grande encontro musical para ouvir muito jazz, grooves, funk e música brasileira. Nesta noite, a JAM Session é comandada por Zéli Silva, Vitor Alcantara, Dino Barioni e Giba Favery.

Uma noite de surpresas, sons e encontros inesperados e grandes momentos especiais não ensaiados!
Comandado por feras – e amigos da casa -, músicos que chegarem com seus instrumentos para tocar não pagam e se inscrevem para entrar na JAM.

Para o público ouvinte, é noite de saborear música em clima de festa!

Com Zeli Silva (baixo), Vitor Alcantara (saxofone), Dino Barioni (guitarra) e Giba Favery (bateria).


Ingresso antecipado: R$10

Ingresso na porta: 15

Próximos Shows:

quarta | 20_09 21h30

Fusions | Os quatro Johns: Abercrombie, McLaughlin, Pastorius e Scofield

A história do jazz é também uma história de transgressão musical. Se o bebop nasceu da subversão do saxofone e do trompete, o fusion não existiria sem as transgressões, os efeitos e as distorções da guitarra elétrica. Nas primeiras lufadas do fusion, no fim da década de 1960 e início de 1970, os guitarristas John McLaughlin e John Abercrombie, falecido em Agosto passado, pegaram a crista dessa nova onda do jazz. Na segunda metade dos anos 1970 e início dos 1980, o guitarrista John Scofield e o ‘guitar hero’ do baixo elétrico Jaco Pastorius, que também era John, se juntaram aos dois primeiros como ícones essenciais do gênero.

Talvez nenhum outro gênero de Jazz tenha tido tantos Johns no topo… Foi imaginando essa ironia que Marcelo Lemos (guitarra), Igor Pimenta (baixo) e Mauricio Caetano (bateria) se juntaram para contar um pouco da história do fusion, homenageando estes quatro Johns do Jazz: Abercrombie, McLaughlin, Pastorius e Scofield.

Versões elegantemente explosivas de um repertório de alta octanagem abastecido por discos como Inner Mounting Flame (1971) e Visions of the Emerald Beyond (1975) da Mahavishnu Orchestra de McLaughlin; Timeless (1974) e Current Events (1986) de Abercrombie; Still Warm (1986) e Blue Matter (1987), de Scofield; e Jaco Pastorius (1976) e Word of Mouth (1981), de Pastorius.

Com Marcelo Lemos (guitarra), Igor Pimenta (baixo) e Mauricio Caetano (bateria).



Entrada: R$25

1° set: 21h30 2° set: 23h

Lista de Desconto: com nome na lista os primeiros 15 clientes a chegarem ganham uma cerveja long neck!

quinta | 21_09 21h30

A Fundação (21h30) e Toró Instrumental lançamento CD e celebração 10 anos (23h30)

Nesta noite receberemos duas bandas do ABC paulista que já tem 10 anos de estrada! Às 21h30, A Fundação que tem convidado outros grupo do ABC em apresentações aqui no CCMI e, em seguida, às 23h30, Toró Instrumental que lança seu primeiro disco de estúdio numa grande celebração!  

21h30 | A Fundação
Há 10 anos nascia A Fundação no ABC Paulista, liderado pelo multi-instrumentista e produtor Marco Nalesso. O nome do grupo é inspirado pela trilogia de Isaac Asimov e, além da ficção científica, tem forte influência de free jazz, da música do mundo e do movimento punk.

Atualmente, se dedica na criação de trilhas sonoras fantásticas e vai apresentar o show do segundo episódio “YLHA”, a ser lançado em 2017 e que dá mais um passo em busca de diretrizes musicais próprias. Suas composições se baseiam na imersão de ambientes indomáveis imaginados com exercícios de improvisação livre, cinema, poesia e das vivências pessoais ao redor de cada tema.

O disco “SEUVA” (2015) que inaugurou o estudo foi apresentado no reconhecido Programa Instrumental Sesc Brasil e considerado selvagem pela jornalista Patrícia Palumbo, semelhante às “Coisas” de Moacir Santos.

Com Marco Nalesso (guitarra), Luis Felipe Lucena (contrabaixo, cello), Rafael Cab (bateria, saxofone), Nobru Teixeira (sintetizador), André Belizário (percussão) e Yuri Braga (percussão).

23h30 | Toró Instrumental
A banda instrumental de peso do ABC paulista virá ao CCMI lançar seu primeiro disco de estúdio e comemorar os 10 anos de existência do grupo!  A apresentação levará ao público texturas fortemente ligadas à música brasileira da época de ouro dos anos 60 e 70 mixadas a elementos de improvisação de forte entonação jazzística, em alguns momentos, fundida a referências da música eletrônica, vertente que a banda vem explorando com mais veemência nos últimos tempos.

Inicialmente formada por Duarte (baixo), Daniel Carrera (trombone), Hélio Pisca (bateria) e Marcelo Laguna (teclado), Toró Instrumental reúne referências musicais de seus integrantes. Alia ritmos brasileiros a sonoridades americanas com composições marcadas por estruturas rítmicas swingadas pelos repiques dos tambores e dos timbres sintetizados, anunciando a chegada de uma forte chuva instrumental que ressoa em constante recriação com os diversos processos de pensamentos selvagens e urbanos.

A chegada no grupo do argentino Matias Viola Fisher (trompa), do português Tiago Marques (oboé) e de Pedro Cavalcante (bateria) marcou o retorno da banda em uma nova formação. A trompa trouxe leveza e o oboé suavidade às composições permitindo que os demais integrantes possam equilibrar com música punk.
A influência de Herbie Hancock é nítida e personificada no desempenho de Marcelo Laguna. O tecladista explora timbres sintetizados muito próximos aos que Herbie escolheu para revolucionar as páginas da história do jazz, principalmente nos anos 70.

Com Caio Duarte (baixo), Marcelo Laguna (teclado), Matias Viola Fisher (trompa) e Pedro Cavalcante (bateria).


Entrada: R$25

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sexta | 22_09 22h

VRUUMM (22h) e Nicolas Krassik e Cordestinos (24h)

O VRUUMM é um quinteto criado pelo saxofonista Anderson Quevedo que explora a fusão de estilos musicais e estéticos com o objetivo de subverter a visão tradicional que se tem da música instrumental. Em seguida, o violinista francês, Nicolas Krassik vem com seu projeto Cordestino, que completour 10 anos em 2017 e que nesta noite estreia com novo roupagem, mais “elétrica”, com a rabeca sendo substituída pela guitarra elétrica.

22h | Vruumm

O VRUUMM é um quinteto criado pelo saxofonista Anderson Quevedo que explora a fusão de estilos musicais e estéticos com o objetivo de subverter a visão tradicional que se tem da música instrumental.

Inspirado por esse sentimento de renovação, Anderson começou a compor temas com referências diversas que vão do rock aos ritmos africanos. Não somente isso, a cultura cosmopolita paulistana, em especial a arte urbana ligada ao hip-hop e ao skate e música de video-game influenciaram as composições e o conceito do grupo.
Em 2013, com as músicas em mãos, Anderson convocou para integrar o VRUUMM os músicos Mauricio Orsolini (teclados), Marcelo Lemos (guitarra), Fernando Freire (baixo) e Nico Paoliello (bateria).

A escolha dos músicos se deu em função da sonoridade que Anderson queria desenvolver e que, obrigatoriamente, requeria pessoas vindas de diferentes escolas musicais para formar o amálgama sonoro que o grupo procurava.

Toda essa especificidade na formação do VRUUMM faz com que o grupo tenha uma sonoridade única que busca acabar com a enorme distância que existe entre a música instrumental e o público em geral, principalmente entre os jovens. A ideia é desmistificá-la como elitista com músicas que instiguem o ouvinte a sentir e pensar, além de curtir e dançar.

Com Anderson Quevedo (saxofone e flauta), Mauricio Orsolini (teclados), Marcelo Lemos (guitarra), Fernando Freire (baixo) e Nico Paoliello (bateria).

24h | Nicolas Krassik e Cordestinos

Nascido em Paris, Nicolas Krassik coloca há 15 anos seu violino a serviço da música popular brasileira. Herdeiro da famosa tradição francesa de violinistas de jazz, estudou música clássica por 13 anos, Jazz durante 1 ano e atuou durante 8 anos na Europa ao lado de nomes de peso como Michel Pettrucciani, Didier Lockwood, Vincent Courtois e Pierrick Hardy.

Em Paris, o artista começou a  frequentar algumas festas brasileiras e se interessar pela música e pela cultura  do país, aproximando-se dos imigrantes brasileiros.

Em 2001, desembarcou no Rio de Janeiro e resolveu ficar. A sua dedicação à música popular brasileira e a sua rápida assimilação, chamaram a atenção da mídia, conquistaram a admiração do público e Nicolas se tornou referência em violino na MPB.

Virtuoso e criativo, já tocou e gravou com grandes artistas, como Beth Carvalho, Carlos Malta, Chico Buarque, Gilberto Gil, Hamilton de Holanda, João Bosco, Lenine, Marisa Monte e Yamandu Costa.

No dia 22 de Setembro, no Jazz nos Fundos, Nicolas apresentará o show "Nicolas Krassik e Cordestinos".
O projeto Cordestinos, completando 10 anos esse ano, se apresenta agora com novo roupagem, mais “elétrica”, a rabeca sendo substituída pela guitarra elétrica.

O repertório, essencialmente relacionado a ritmos nordestinos, é na maioria autoral, além de músicas do Dominguinhos, Lenine e Gilberto Gil, as 3 grandes referências desse trabalho.

Um show Nordestino, jazzístico, Rockn'roll e dançante ao mesmo tempo!

Com Nicolas Krassik (violino), Daniel Santiago (guitarra), Sérgio Carvalho (baixo), Léo Rodrigues (percussão) e Kabé Pinheiro (percussão).


Entrada: R$30

sábado | 23_09 22h

Tributo a Coltrane | ‘A Love Supreme’ AC Jazz Special Quartet (22h) e Vitor Alcântara Quinteto (24h)

Um dos mais influentes saxofonistas do jazz, John Coltrane, faria aniversário no dia 23 de setembro. Para celebrar sua obra, convidamos dois exímios instrumentistas brasileiros para prestarem seus tributos e mergulharem no trabalho deste músico que tinha verdadeira relação espiritual com a música. AC Jazz Quartet apresenta “A Love Supreme” e Vitor Alcântara Quinteto apresenta os primeiros trabalhos próprios de Coltrane, entre eles do disco "Crescent".

John William Coltrane, também conhecido como “Trane”, nasceu em 1926 e deixou este mundo em julho de 1967. Participou da cena do Bebop, hardbop e ajudou a criar o jazz modal e o freejazz. Integrou o primeiro grande quinteto de Miles Davis nos anos 50, com enorme destaque, e depois saiu por conta de problemas com heroína. Em seguida, o grupo de Thelonious Monk, outro ponto alto de sua carreira. Após sua recuperação, retomou sua colaboração com Miles e gravou o Kind of Blues.

A partir do anos 60, iniciou seus projetos próprios e investiu ainda mais em seu interesse pela música indiana e árabe. Sua maneira de tocar, hipnotizante, foi rompendo cada vez mais com o sistema tonal, como em “My Favorite Things” ou em “Olé Coltrane”. Conhecido principalmente pelo sax tenor, redescobriu o soprano em um momento em que o instrumento estava um pouco esquecido.

Coltrane foi talvez o mais espiritual jazzista conhecido de todos os tempos. Sua devoção pela música e pela vida com significado, profundidade e transcendência, o levou a compor um dos mais admirados do Jazz, o “A Love Supreme”.

Trane deixou para sempre sua criatividade e elevação na história do jazz para todas as gerações e hoje celebramos seu legado aqui no CCMI/JazznosFundos!

22h |  ‘A Love Supreme’  AC Jazz Special Quartet

A versão do grupo AC Jazz Special Quartet para o álbum ‘A Love Supreme’, nasceu a partir do convite da curadoria de um festival de saxofones em 2010 no Rio de Janeiro. O quarteto é formado por AC (sax tenor) , Marcelo Elias (piano) e Zé Alexandre Carvalho (contrabaixo) e Giba Favery (bateria).

Como um dos músicos de jazz mais influentes de todos os tempos, John Coltrane percorreu um trajeto de extremos tanto em sua música como em sua vida em proporções difíceis de se imaginar nos dias de hoje. Não importa qual a situação, Coltrane foi sempre uma referência, tentando encontrar novos caminhos para a o jazz e para a expansão do seu universo musical. Foi o primeiro improvisador do jazz a se libertar das formas curtas de solo - explorando longas passagens improvisadas que extrapolavam um lado dos antigos LPs - e a explorar novos formatos de solo e sendo o primeiro artista de jazz a realizar um álbum inteiro (Interstellar Space) em um dueto com um baterista.

‘A Love Supreme’ foi gravado numa única sessão em dezembro de 1965 num estúdio em Nova Jersey pelo quarteto de John Coltrane: John Coltrane (tenor), Jimmy Garrison (contrabaixo), Elvin Jones (bateria, gongos e tímpano) e McCoy Tyner (piano). Nesse álbum vem à tona a enorme habilidade de compositor de Coltrane. ‘A Love Supreme’ trata-se de uma suíte dedicada a sua busca espiritual e conduzida pela musicalidade e virtuosismo dele mesmo e de sua banda espetacular. Sua espiritualidade transcende a ética de uma religião específica e transparece como a busca do homem tentando chegar a algo maior do que a si mesmo.

“Ter uma chance de realizar a minha versão de A Love Supreme é um sonho que eu tenho há muito tempo. Algo como se eu estivesse indo pela primeira vez a um lugar que eu conheço muito bem, como se isto fosse possível. Nós não vamos tocar todas as notas da versão original, na verdade, não vamos tocar todas as notas certas nem acertar todas as passagens. O que vamos fazer é um verdadeiro esforço para alcançar o pico mais alto da nossa musicalidade e mostrar a nossa versão da obra de Coltrane. Espero que tenhamos sucesso, mas, não importa o quão bem sucedido formos desde que não sejamos vulgares” AC.

Com AC (sax tenor) , Marcelo Elias (piano), Zé Alexandre Carvalho (contrabaixo) e Giba Favery (bateria).

24h |  Vitor Alcântara Quinteto

O quinteto liderado pelo saxofonista Vitor Alcântara virá ao CCMI na companhia dos excelentes músicos: o trompetista Daniel Alcântara, o pianista Edson Sant’anna, o baixista Bruno Migotto e o baterista Cuca Teixeira apresentam composições de Coltrane, em especial do álbum ‘Crescent’. 
‘Crescent’ foi gravado em 1964 por John Coltrane (saxofone), McCoy Tyner (piano), Jimmy Garrison (baixo acústico) e Elvin Jones (bateria).

Todos os músicos do quinteto tem expressiva atuação no cenário da música instrumental paulistana participando de uma grande quantidade de grupos e reunindo uma vasta gama de referências musicais distintas. 
Imperdível!

Com Vitor Alcântara (saxofone), Daniel D’Alcântara (trompete), Edson Sant’anna (piano), Bruno Migotto (contrabaixo) e Cuca Teixeira (bateria).


Entrada: R$35

quarta | 27_09 21h30

Fusions com Zérró Santos Sexteto

Fusions - as quartas-feiras com programação especial de shows e artistas que experimentam o diálogo entre diferentes gêneros como Jazz Rock, Rock, Eletrônico, Funk com muito groove. Nesta edição receberemos Zérró Santos Sexteto!

O renomado baixista, Zérró Santos volta ao palco do JazznosFundos trazendo uma formação muito especial e pouco usual. 

Dotado de uma técnica  pessoal e surpreendente aprumo musical, Zérró Santos já trabalhou ao lado de grandes expoentes da música brasileira e internacional, tais como Edison Machado, Victor Assis Brasil, Paulo Moura, Maurício Einhorn, Luizinho Eça, Leny Andrade, Dorival Caymmi, Miúcha, Nara Leão, Nana Caymmi, Danilo Caymmi , Dori Caymmi, Lúcio Alves, Zé Keti, Cartola, João Nogueira, Jamelão, entre outros. Participou de gravações com Elza Soares, Martinho da Vila, Cláudio Nucci, Zé Luiz Mazziotti, Nana Caymmi, Marisa Gata Manso, João Donato & Edson Maciel e Todd Murphy.

No cenário internacional tocou com a cantora americana Helen Merrill e também integrou o trio da arranjadora, pianista e cantora norte-americana Joyce Collins, ganhadora de três Grammy. Tocou no encerramento do festival de Jazz de Berlim em 1982, ao lado da Paulo Moura Ensemble no All Star Brazilian.

Com Reynaldo Izeppi (trompete), Thiago Souza (sax alto), Vinicius Chagas (sax tenor), Fabio Oliva (trombone), Fernando Amaro (bateria) e Zérró Santos (contrabaixo).


Entrada: R$20

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quinta | 28_09 21h30

Diego Moraes | show de abertura: João Leopoldo

Conhecido pelo projeto Não Recomendados, o cantor e compositor Diego Moraes vem ganhando espaço e destaque na nova cena da música independente por sua elogiada voz e impressionante interpretação. Desde agosto vem fazendo uma série de imperdíveis shows no CCMI/JazznosFundos, apresentando seu novo disco, #ÉqueeuandodeÔnibus. Em setembro, ele volta aos nossos palcos e contará com o show de abertura de João Leopoldo.

21h30 | João Leopoldo

“Oi, tudo bem? ” É o nome do novo disco do músico, pianista e compositor paulistano João Leopoldo. O músico se destacou em 2006 pelo site especializado Tramavirtual com sua maneira original e única de tocar piano. Suas músicas contam histórias divertidas, flertando com poesia, teatro e filosofia. O disco reúne grandes nomes do cenário musical brasileiro; André Abujamra, Ricardo Herz, Bocato, Selma Fernands, Paulo Monarco, Raul Misturada entre outros. São doze faixas inéditas que falam “das coisas da vida” mesclado erudito, baião, funk carioca, elementos dramatúrgicos e uma boa dose de caos que estruturam o projeto com a direção musical do produtor e também pianista Edu Capello.

Com Joao Leopoldo (piano e voz), Italo Ribeiro (bateria), Gustavo Machado (baixo) e Gustavo Marques (guitarra)

23h | Diego Moraes

Diego Moraes ficou conhecido pelo grande público com a participação do Ídolos em 2009 e lançou o CD/DVD de releituras de clássicos da MPB, pela EMI. Em 2011, foi convidado a participar do 21° Prêmio da Música Brasileira e dividiu palco com nomes expressivo, como Lenine e Caetano Veloso. Como intérprete e compositor, venceu inúmeros festivais (Festival “CANTA LIMEIRA”- SP, "Prêmio Sorocaba de Música" - SP, "Botucanto" - SP, "FAMPOP" Avaré - SP , FENAC, entre muitos outros).

Em 2015 uniu-se ao projeto Não Recomendados (Caio Prado - RJ e Daniel Chaudon - BSB) todos inquietos e com a mesma vontade: transformar, questionar e provocar os padrões comportamentais e viciados da sociedade. Não Recomendados já circulou pelas principais cidades do país, envolvendo participações especiais como Ney Matogrosso, Karina Buhr, Maria Gadú entre outros.

Com seu primeiro disco de músicas autorais que tem produção musical de Edu Capello, #ÉqueeuandodeÔnibus, o público se depara ironicamente em um cotidiano, repleto de alegrias, problemas sociais e solidão, com esse dom de conviver sorrindo e dançando com toda essa antítese. O gênero, drogas e amor foram premissa para o processo de repertório do novo disco de Diego Moraes.

Com Diego Moraes (voz), Wellington Viana (sax), Fernando Mumu (trombone), Fabio Ricardo de Oliveira (teclado), Edu Campello (guitarra) e Peo Fiorin (bateria).


Entrada: R$25

Lista de Desconto: com nome na lista os primeiros 15 clientes a chegarem ganham uma cerveja long neck!

sexta | 29_09 22h

Thiago Espirito Santo, Michael Pipoquinha e Ricardinho Paraíso (22h) e Guilherme Monteiro e Alberto Continentino convidam Vítor Cabral (24h)

Noite de muito som com o novo projeto de um super trio de baixistas, Thiago Espirito Santo, Michael Pipoquinha e Ricardinho Paraíso, acompanhados de Cuca Teixeira e Bruno Cardozo. Em seguida, à meia-noite, é a vez do guitarrista carioca radicado nos Estados Unidos, Guilherme Monteiro que está de passagem por São Paulo. Ao lado dele, o baixista carioca Alberto Continentino e o baterista Vitor Cabral.

22h | Thiago Espirito Santo, Michael Pipoquinha e Ricardinho Paraíso

Em um show inédito, 3 dos expoentes do contrabaixo no Brasil, estarão lado a lado, em uma apresentação repleta de clássicos da música brasileira, bem como temas de jazz e fusion, interpretadas com o “Q” que cada um deles coloca na sua música. Os 24 anos de experiência de Thiago, ao lado do virtuosismo de Ricardinho e da energia de Pipoquinha garantem um show histórico.

Cuca Teixeira na bateria e Bruno Cardozo no piano somam aos baixos harmônicos do trio para uma apresentação eletrizante. 

Com Thiago Espirito Santo, Michael Pipoquinha e Ricardinho Paraíso (contrabaixo), Bruno Cardozo (piano) e Cuca Teixeira (bateria)

24h | Guilherme Monteiro e Alberto Continentino convidam Vítor Cabral

Jazz. O guitarrista carioca radicado nos EUA Guilherme Monteiro estará de passagem por São Paulo e se uniu a seu grande amigo e excelente músico, o baixista carioca, Alberto Continentino, para um show único na cidade, no JazznosFundos. Para essa noite de composições autorais e temas de jazz, Guilherme e o baixista carioca Alberto Continentino convidam o baterista paulistano Vitor Cabral. 

Alberto e Guilherme levam 22 anos de amizade e colaboração musical. Desde quando moraram juntos na adolescência em Belo Horizonte já passaram por diversas fases, porém sempre incorporando um ao outro aos seus projetos pessoais. De lá pra cá Alberto trabalhou com Caetano Veloso, Ed Motta, Milton Nascimento, Edu Lobo, Eumir Deodato, João Donato, Bud Shank, Jaques Morelenbaum, Stefano Bollani, Marcos Valle, Paulo Moura, Leo Gandelman, Dori Caymmi, Kassin, Domenico e Moreno Veloso, Jean­ Paul "Bluey" Maunick, Naná Vasconcelos, Luciana Souza, Leszek Mozdzer e Gilberto Gil.

Por sua vez, Guilherme, morando nos EUA, depois de sair do Thelonious Monk Institute of Jazz em 1999, se mudou para Nova Iorque, onde tocou e gravou com alguns dos músicos mais respeitados da cidade: Kenny Werner; Ron Carter, com quem gravou o álbum Jazz & Bossa e fez turnês na Europa e no Líbano, Lee Konitz, Randy Brecker, Johnny Alf, Kurt Elling, Madeleine Peiroux e Luciana Souza, com quem gravou o álbum ‘Duos II’, nomeado ao Grammy de 2004 na categoria de melhor vocalista de Jazz. Além disso, Guilherme é integrante da banda nova iorquina de expatriados, “Forro In The Dark”. Toca com Gal Costa no show em duo “Espelho D’Água”, além de ter gravado no último disco da cantora, “Estratosférica”, viajando pelo país com o show homônimo.

Com Guilherme Monteiro (guitarra), Alberto Continentino (contrabaixo) e Vitor Cabral (bateria).


Entrada: R$30

sábado | 30_09 22h

Festival Sonora SP | Blubell (22h) e Jam das Minas (24h)

O show da Blubell e a Jam das Minas Sonora SP fazem parte do Festival Sonora • SP, que tem como proposta trazer o foco para as mulheres dentro do universo do jazz. Nos palcos, quem inicia os trabalhos é a cantora e compositora Blubell, depois, noite adentro com a Jam das Minas Sonora SP!

Propondo um encontro entre mulheres instrumentistas, a Jam das Minas Sonora SP vai contar com Marcelle Barreto no piano, Nicolle Paes na bateria e Ge Cortes no baixo, em um segundo momento tendo o palco aberto para as instrumentistas e cantoras se juntarem à essa noite de comemoração da mulher na música!

Blubell é cantora, compositora e um dos nomes mais relevantes da música contemporânea brasileira. Ela começou sua carreira solo em 2006 com o disco “Slow Motion Ballet”, muito bem recebido pela crítica.

Já com “Eu Sou do Tempo em que A Gente Se Telefonava”(2011), entrou definitivamente para o hall de artistas independentes da sua geração com direito a uma turnê muito bem sucedida no Japão e a ser a primeira artista solo feminina do Brasil a participar do renomado festival internacional Lollapalooza.

Com o disco de versões “Blubell&Black Tie” (2012), comprovou sua veia de intérprete e ganhou o Prêmio da Música Brasileira de “Melhor Disco em Língua Estrangeira”. Com seu quarto album, “Diva é Mãe” (2013), solidificou seu estilo de composição com canções que mais parecem crônicas saídas da vida coditiana, misturando amor com humor e pop com jazz.

Também com o “Diva é a Mãe”, foi uma das três cantoras indicadas a “melhor cantora pop” do 25o Prêmio da Música Brasileira, ao lado das grandes Gal Costa e Ná Ozzetti.

Em 2015, paralelamente à turnê “Diva é A Mãe”, estreou show “Blubell Canta Madonna”, um tributo à rainha do pop com versões jazzísticas de sucessos de todas as fases da carreira de Madonna.

Em seu quinto disco, intitulado“Confissões de Camarim”, com a ajuda do produtor Marcio Arantes, Blubell conseguiu conservar sua veia de cabaré bem humorado com um aproach mais moderno. O disco tem onze faixas e todas as canções são totalmente de sua autoria, com exceção de “Pretexto” do seu colega contemporâneo Pélico e de “A Tardinha” - parceria sua com Zeca Baleiro, que faz dueto com a cantora na faixa.


Entrada: R$30