ARTE NOS FUNDOS
A respeito das obras (compras e informações): galeria@jazznosfundos.net
ARTE NOS FUNDOS
Outubro: ALLE MANZANO
Diz que pensar com os olhos faz enxergar a realidade que existe dentro de cada um de nós. E com isso mistura a beleza de mulheres com o contraste do rústico, do áspero,encaixando perfeitamente o cenário na composição da imagem.
Nada na vida é perfeito, não minamos alegria o tempo todo. O rústico torna a foto transparente mostrando nossos momentos de dores, lágrimas e as vezes destacando nosso lado obscuro. Minhas imagens precisam falar, pedir e as vezes incomodar.
Trazer a tona todos os nossos sentimentos é um vulcão interno que me faz bem e me realiza profissionalmente.
Dizem que as flores de plásticos não morrem.
Eu digo:
Elas morrem sim.



Agosto: DANILO PEREGO (BILO)
Bilo Perego, tatuador paulistano de 34 anos, acredita que a arte tem ser expressada em todas suas formas, encontrou em suas telas a oleo uma ótima terapia e a possibilidade de explorar cores ou preto como nessa nova série de grandes personagens da musica que o inspiram.
Julho: LUÍS MATUTO
O jovem artista mineiro Luís Matuto nasceu em Alfenas mas reside em Belo Horizonte há 3 anos. Em seu trabalho, busca trabalhar em diferentes suportes e técnicas e experimentar novos métodos para chegar em algum lugar que ainda não sabe. Com um trabalho rico em linhas e detalhes, busca dar sentido aos personagens oníricos que retrata. [Curadoria: Carol Dias]
Maio: TIAGO JONAS
Tiago Jonas é fotógrafo por alegria e “per il loro diletto” há 12 anos. As fotos em exibição foram feitas com negativo ASA 50 com validade vencida. Em seguida, os negativos foram escaneados e trabalhados digitalmente. As fusões criadas pelo artista e os fungos originais do material são mantidos no resultado final. Segundo o artista, “nada mais há a dizer, não há títulos”.
Abril: JÚLIO VIEIRA
No mês de abril, o Jazz nos Fundos recebe a mostra individual do
artista Júlio Vieira.
Na exposição “Além do Amor e da Dor”, o artista trabalha o interior de
personagens do universo urbano, revelando o que há de mais puro e
bizarro no sentimento humano.
Nas noites de quinta a sábado, você pode ver as obras expostas
enquanto curte um show de jazz ao vivo; ou pode fazer uma visita nas
tardes de segunda a sexta, só para conferir as obras.
Exposição: Além do Amor e da Dor
Artista: Júlio Vieira http://jvieira.com.br/
Data: de 07 de abril a 04 de maio de 2011
Local: Jazz nos Fundos
Endereço: Rua João Moura, 1076, Pinheiros - São Paulo - Tel.: (11) 3083-5975
Horário: de quinta-feira a sábado, das 20h às 2h (com shows ao vivo de jazz)
De segunda-feira a sexta, das 15h às 19h (entrada franca)
Março: PEDRO DI PIETRO
O discurso do artista Pedro di Pietro se manifesta através da digitalização e edição de imagens. As montagens se caracterizam pelo uso do ilusionismo forçado como elemento unificador de imagens - fotografias, ilustrações, elementos gráficos - onde a improvisação de sentido, ou de não-sentido, levam o observador a uma vertigem de interpretação.
Fevereiro: LUIZ MACHADO
Janeiro: LAURA STANKUS
Laura Stankus apresenta seus desenhos em nanquin. Confira a delicadeza destes trabalhos que ficarão expostos na galeria até dia 17 de fevereiro.
Acesse o blog da artista em: http://www.laurinhastankus.blogspot.com/
Dezembro: SIMONE GRECCO
Simone Grecco desenvolve esculturas de parede.
Em Novembro: JHOAO HENR
Jhoao Henr (João Henrique), 28 anos é um jovem pintor paulistano. Autodidata, Jhoao desenvolve seu atual trabalho há cinco anos, tendo como um de seus prediletos suportes os muros de sua cidade. Os contrastes pessoais e coletivos são grandes influências para seu trabalho, onde sentimentos opostos se mesclam. O violeta como cor representativa da transição dos seres, do espiritual, está presente na maioria de seus trabalhos, muitas vezes contrastada com cores quentes, representativas dos instintos, das paixões e do material. Os olhos sempre aguçados, vibram pela vida e impulsionam a pintura a sair de seu suporte para dialogar com o subconsciente do espectador. Rostos e figuras sempre referenciando o “alto”, faz um apelo à fé que existe em todos nós, com uma esperança plena na transição de nossos sentidos. Suas técnicas diversificam conforme o suporte, questão que para o artista é irrelevante, onde sabe que a arte se comporta além desse limite. Atualmente Jhoao vive na cidade de São Paulo, onde também trabalha em seu ateliê.
O que rolou no mês de Outubro:
Para essa expo, o artista plástico VERMELHO, desenvolveu personagens delicados e bizarros ambientados com o local,transferindo com força toda sua carga expressiva,inspirados no jazz…
O que rolou no mês de Agosto:
A GALERIA RECEBEU AS FOTOGRAFIAS DE ELIZA RAMOS!
ALGUMAS DAS OBRAS…
O QUE ROLOU EM JULHO:
COLETIVO DE ARTISTAS MARCAM PRESENÇA NA GALERIA ARTE NOS FUNDOS!
cod 39(vendido)
O QUE ROLOU EM JUNHO:
EX-TAMPAS
(um catálogo de impressões do mundo)
por YOHRD ZÄYR
“Religare: exatamente ao contrário de um (re)conhecido conceito de “reencarnação” (onde uma mesma alma volta à vida em um novo corpo), esse é um trabalho de “neo-vitalidade” (onde uma nova “alma” vem habitar um velho corpo), sendo assim algo diferente de uma simples reciclagem!”
Conheça o trabalho de Artwins Yesitdoes: Instrumentos musicais artesanais e gravuras.
de 30 de junho a 28 de julho
curadoria: Chico Santo
Exposições anteriores:
Luiz Fernando Machado
De 26 de Maio a 29 de Junho
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Tiago Spina
De 28 de abril a 26 maio
“Coceira vermelha…”
tamanho: é A3 (29,7 x 42,0 cm) suporte: Papel Couché 250g técnica: Impressão digital (Nanquim, aquarela, fotografia e manipulação digital)
“CAOS…”
tamanho: é A3 (29,7 x 42,0 cm) suporte: Papel Couché 250g técnica: Impressão digital (Arte digital)
“Cerca…”
tamanho: é A3 (29,7 x 42,0 cm) suporte: Papel Couché 250g técnica: Impressão digital (Linogravura, fotografia e manipulação digital)
“O coração toma conta…”
tamanho: é A3 (29,7 x 42,0 cm) suporte: Papel Couché 250g técnica: Impressão digital (Caneta e manipulação digital)
“Dilema vitiu…”
tamanho: é A3 (29,7 x 42,0 cm) suporte: Papel Couché 250g técnica: Impressão digital (Linogravura, fotografia e manipulação digital)
“LED…”
tamanho: é A3 (29,7 x 42,0 cm) suporte: Papel Couché 250g técnica: Impressão digital (Arte digital)
“Libertina…”
tamanho: é A3 (29,7 x 42,0 cm) suporte: Papel Couché 250g técnica: Impressão digital (Nanquim, aquarela, fotografia e manipulação digital)
codigo:22. 130r$ “Mão do artista…” tamanho: é A3 (29,7 x 42,0 cm) suporte: Papel Couché 250g técnica: Impressão digital (Lápis e manipulação digital)
“Pariare…”
tamanho: A3 (29,7 x 42,0 cm) suporte: Papel Couché 250g técnica: Impressão digital (Linogravura e manipulação digital)
“Peão…”
tamanho: A3 (29,7 x 42,0 cm) suporte: Papel Couché 250g técnica: Impressão digital (Linogravura e manipulação digital)
“Processo criativo…”
tamanho: A3 (29,7 x 42,0 cm) suporte: Papel Couché 250g técnica: Impressão digital (Linogravura e manipulação digital)
“As vezes quero voar…” tamanho: é A3 (29,7 x 42,0 cm) suporte: Papel Couché 250g técnica: Impressão digital (Caneta e manipulação digital)
Gravuras e Desenhos: vários artistas
de 31 de março a 28 de Abril
(clique nas imagens para ampliar)
Eduardo Ver – www.flickr.com/eduardover galeria@jazznosfundos.net
Rafael Kenji – www.flickr.com/zuks galeria@jazznosfundos.net
Marina Faria – www.flickr.com/marinafaria - galeria@jazznosfundos.net
Otávio Zani – www.flickr.com/otaviozani - galeria@jazznosfundos.net
Pedro Pessoa – www.flickr.com/pessoapedro - galeria@jazznosfundos.net
Kalou Droz – www.flickr.com/kaloualou - galeria@jazznosfundos.net
Essencial Irreprodutível
com: Flavia Sammarone
Rogerio Nagaoka
Ives Tadeu
Tomas Klotz
Marilia Halla
Fotografias de Flavia Sammarone
serie:Herança. dimensoes:1mx1m tec.fotografia impressa sobre metacrilato.
Texto sobre o trabalho de Flavia Sammarone:
Flavia Sammarone trabalha com o deslocamento de “realidades” locais e temporais, procurando criar um estranhamento e uma reflexão sobre a memória destas realidades, de uma forma sutil e incisiva. Neste trabalho em particular ela demonstra isso a partir de sobreposições do tempo, quando ela projeta slides antigos (herdados de sua família), no mesmo local de origem e depois os fotografa. Para a artista:.“A memória a meu ver tem forma em permanente mutação – as sobreposições de imagens que faço na casa de minha avó representam esta memória em transformação, pois em uma só imagem posso ver a casa hoje, a casa há 30 anos atrás e ainda a fotografia destas duas imagens sobrepostas representando uma terceira sobreposição…”. A casa tem uma relação não só como cenário, mas como um forte personagem, pois ela se aproveita do partido arquitetônico para criar com os antigos habitantes um dialogo entre tempo e espaço.
Fotografia de Rogerio Nagaoka
serie: AquaPluvis. dimensoes:80cm x 120cm Tec.fotografia analogica.
Texto sobre o trabalho de Rogerio Nagaoka:
A série AquaPluvis, proposta pelo artista Rogério Nagaoka, objetivou a realização uma Documentação Poética através de um mergulho visual nas paisagens aqüíferas e sociais relacionadas à conscientização, usos e reflexões sobre nossas necessidades e sentimentos que se revelam na presença das águas, “além de contribuir para a superação de uma lacuna no conhecimento e nas práticas cotidianas com relação a este recurso tão vital”.
Artista: Tomaz Klotz
(clique na imagem para ampliar)
Artista: Yves tadeu
Série: fotossíntese


















































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